Campanha ‘Papai Noel dos Correios’ começou nesta quinta-feira

Moradores podem adotar cartinhas de crianças em situação de vulnerabilidade social pela internet ou indo até uma agência dos Correios, e doar os presentes que elas pediram ao Papai Noel

Há pouco mais de um mês para o Natal, a tradicional campanha “Papai Noel dos Correios” foi aberta nesta quinta-feira (11) em todo o país. Moradores das regiões Serrana, dos Lagos, Norte Fluminense e Noroeste Fluminense podem participar da ação.

Por meio do programa, as pessoas podem adotar cartinhas de crianças em situação de vulnerabilidade social e doar os presentes que elas pediram ao Papai Noel.

A adoção também pode ser feita por meio do blog da campanha, onde os moradores escolhem a cartinha e compram o presente, que deverá ser entregue em uma agência dos Correios.

Já para enviar um pedido para a campanha é necessário seguir algumas regras. De acordo com os Correios, para que as cartas possam ser lidas e compreendidas pelo “Papai Noel”, é preciso enviar uma foto nítida e bem iluminada da cartinha.

Ainda segundo a empresa de correspondências, serão disponibilizadas para adoção apenas as cartas escritas por alunos matriculados na rede pública de ensino, até o 5º ano, por crianças que vivem em situação de vulnerabilidade social, com até 10 anos de idade, ou crianças com deficiência (PcD), independente de idade.

A carta deve ser cadastrada pela internet. Basta clicar no botão “Cadastrar Carta”, preencher corretamente o formulário e enviar a cartinha.

A campanha “Papai Noel dos Correios” começou há mais de 30 anos, quando funcionários da empresa sensibilizados com as cartinhas e desenhos destinados ao Papai Noel, decidiram adotar algumas cartas e enviar os primeiros presentes. A ação ganhou força e longo se transformou em um projeto corporativo.

Segundo os Correios, a ação tem como objetivo incentivar o interesse pelo aprendizado por meio da escrita de cartas e estimular o desenvolvimento de habilidades cognitivas e emotivas.

Em contrapartida, o programa também procura despertar a solidariedade dos chamados padrinhos, pessoas voluntárias que adotam uma ou mais cartas e realizam o desejo da crianças.

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